Escala é o que separa o Colinas de Camboriú de qualquer coisa que eu costume mostrar na cidade: 800 mil m² de área total, sendo 400 mil m² de área preservada e 40 mil m² só de estrutura de lazer. Não é prédio, não é condomínio de casas prontas — é um loteamento planejado, com infraestrutura já entregue.
Terrenos com matrícula individualizada, prontos para construir, entre 300 m² e 464 m², dentro de 48 opções de tamanho de lote. A infraestrutura do empreendimento — ruas, acesso, segurança e área de lazer — está entregue desde julho de 2023, e fica na Avenida Marginal Oeste, com acesso facilitado à BR-101.
O condomínio reúne seis modalidades de quadra (poliesportiva, bocha, areia, beach tennis, saibro e padel), campo de futebol, academia ao ar livre, ciclovia, três praças temáticas, chafariz interativo, pet place, playground e área de piquenique. Na segurança, monitoramento 24 horas com câmeras de leitura de placa, ronda constante, totens de emergência e heliponto — item que praticamente não existe em outros lançamentos de Camboriú.
Como cada lote recebe projeto de construção próprio, memorial e regras variam por tipologia — vale pedir o regulamento específico do terreno de interesse antes de qualquer proposta. O valor de referência é R$ 1.320.000,00, mas depende diretamente de qual dos 48 lotes está sendo negociado.
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Comprar lote significa carregar o projeto de construção por conta própria — mais controle sobre planta e acabamento, mas também mais tempo e gestão de obra. No Colinas de Camboriú, com infraestrutura de loteamento já entregue e operando desde 2023, o risco fica concentrado só na etapa de construir a casa, não mais na etapa de esperar o bairro nascer.
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